Um estudo divulgado na quinta-feira pela revista "Science" conclui que o salmão produzido em viveiro apresenta uma concentração elevada de substâncias cancerígenas.
Diz o estudo que o salmão de viveiro contém muito mais dioxinas e outros poluentes potencialmente cancerígenos do que o selvagem.
Contudo os exportadores de salmão da Noruega (NORGE), a agência norte-americana que regula o mercado alimentar (USFDA) e o Livsmedelsverk, a autoridade sueca para a segurança alimentar contestam o estudo.
Jaime Menezes, ex-bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários e especialista em aquacultura, ainda não leu o estudo publicado pela "Science", mas estranha as recomendações dos investigadores.
Estará este estudo correcto?
Não estarão os interesses económicos à frente dos da saúde pública?
E nós, consumidores, que não percebemos nada do assunto, em quem devemos acreditar?
Eu penso que isto é uma grande "tanga". Lembra-te que apareceu agora a B.S.E. nos States e que o negócio da carne ( Tem uma bolsa própria e tudo ) caiu vertiginosamente. Ora, os lobys puseram-se em acção... e o resto já sabes como é!
Um abração do
Zecatelhado
Pelo sim pela não se fôr para reduzir a taxa de
colesterol existem suplementos alimentares alternativos de excelentes resultados e fôr só
por uma questão de escolha culinária, confesso é
dos peixes pouco gostosos que ingerimos.